sábado, 30 de junho de 2012

Karl X ilovedust

 
 
 
 
 
 
ilovedust é uma boutique de design multidiciplinar localizada no coração da East London. Especialista em soluções para design gráfico, ilustrações para animações e pesquisa de tendências.
ilovedust fez uma parceria com Karl Lagerfeld e juntos criaram 3 coleções diferentes para diferentes lojas espalhadas pelo mundo. NYC, Florença e em breve Londres receberão essas coleções.  
Eles criaram várias ilustrações em preto e branco com as citações de Kal. Desenharam e pintaram em três dias e três noites e ainda pintaram o painel para festa que Karl deu na Luisaviaroma, loja de Florença.
Bem bacana essa parceria.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Ilustrador bacana: Olaf Hajek

 
 
 
 
 
 

Sensacional o trabalho desse artista.
Olaf Hajek é um ilustrador alemão que mora em Londres, Alemanha e Nova Yorque. Ele já trabalhou para várias revistas, Rolling Stone, Flaunt, GQ Magazine, SPIN, Maxim e Muself Magazine e já fez ilustrações de anúncios de moda e retratos de celebridades. 
Entre seus trabalhos estão padronagens para tecidos, moda, capas de livros, festivais, posters, ilustrações para a Vogue Japão e outras revistas, publicidade, e até fez trabalhos para a Rede Globo de televisão.
Ficou curioso? É só dar uma conferida no site dele: olafhajek

domingo, 17 de junho de 2012

Filme: documentário "The Sacred Triangle"

Está na minha lista de filmes a ver logo.
The Sacred Triangle trata da relação entre Bowie, Iggy e Lou Reed.
Li esse comentário da Lonena Calábria sobre o filme:
"O documentário “The Sacred Triangle: Bowie, Iggy e Lou– 1971/73”  trata da relação entre os três artistas. Os três tiveram suas carreiras transformadas no período.   Bowie com The Rise and Fall of Ziggy Stardust, Iggy Pop com Raw Power e Lou Reed com Transformer – três discos decisivos na discografia de cada um.  Saber mais sobre os bastidores dessas gravações me pareceu bastante interessante. Assisti numa sessão lotada do In-Edit, festival de documentários musicais, semana passada em São Paulo, antes de a programação seguir pra Salvador.  Para minha surpresa, o triângulo sagrado virou um sacrilégio. Que Bowie foi influenciado pelos dois é reconhecível. E que Iggy e Lou tiveram em Bowie o empurrão que faltava para gravar seus discos, também não era segredo. 

Mas Bowie usurpador? Tendencioso, o documentário quer provar a “tese” de que Bowie só alcançou o sucesso forjando uma figura transgressora, calcada nos colegas Iggy Pop e Lou Reed – estes sim, os verdadeiros revolucionários, tanto na música quanto de atitude
O Bowie retratado no filme patinava numa carreira insossa, sem rumo, até se inteirar da cena underground americana, incluindo aí o artista Andy Wahrol.
Aliás, Bowie, Iggy e Lou aparecem pouquíssimo, tanto em imagens quanto em falas. Só alguns trechos bem curtos de entrevistas antigas que nada acrescentam.  Somando longos depoimentos de produtores, agentes e colegas de geração, são revelados detalhes dos bastidores. E alguns bem escabrosos, como a armação pra tirar Iggy Pop de cena enquanto Bowie brilhava(metaforica e literalmente) com a turnê de Ziggy Stardust.
Iggy e banda ficaram confinados numa mansão alugada, se preparando para os shows de lançamento de Raw Power. Ensaiavam todos os dias para uma turnê que sequer foi cogitada. Os agentes de Bowie (e talvez o próprio) temiam que a visceralidade de Iggy ganhasse o público. Qual teria sido a reação de Iggy  Pop quando descobriu que foi engabelado? Isso o documentário ficou devendo.


Outra curiosidade: Lou Reed estava no estúdio tocando com instrumento desafinado. Mick Ronson tirou a guitarra da mão dele, afinou e devolveu. Segundo Mick, não fez diferença nenhuma pra Lou. 
Mick Ronson era o guitarrista da banda de Bowie, também arranjador e multi-instrumentista. Co-produziuTransformer, de Lou Reed. É dele o piano em “Perfect Day”, um dos mais belos, e que foi devidamente valorizado no filme. 
De todos que participaram do documentário quem se destaca é Angie Bowie, ex-mulher e, pelo o que ela conta, agente fundamental na transformação de Bowie em artista transgressor. 
Angie é a peça chave, não só por ser a pessoa mais próxima de Bowie, mas por traçar um retrato mais apaixonado da história toda. Não nega que Bowie absorveu o que pode de Iggy, Lou e ainda de Marc Bolan. É irônica e esfuziante em seu discurso. 
Depois do filme, encontrei fãs de Bowie revoltados e também quem gosta de uma teoria da conspiração. Mas, em geral, o que todo mundo queria saber era: além de influências e contribuições musicais, o que mais aqueles três trocaram? (Pergunta que ouvi tanto entre heteros como entre gays.)
Desse assunto, o documentário passou longe. A única a falar de bissexualidade, androginia, foi justamente Angie Bowie. Sem dar detalhes, repetiu apenas o que a imprensa dizia de Bowie na época.
Procure saber na ficção. O filme Velvet Goldmine dá algumas pistas, mas lembre-se, é obra de ficção.
The Sacred Triangle, em resumo, trata Lou e Iggy como os gênios doidões e Bowie como o caretinha esperto que soube macaquear ideias. É o tipo de documentário que manipula verdades. Merece desconfiança, mas vale pela discussão que provoca sobre autenticidade.
Quantos artistas não foram mais cafajestes e chuparam músicas inteiras, sem dar crédito? Ou compraram autoria, lesaram parceiros? Bowie foi influenciado como qualquer um que anda perdido no inicio da carreira. 
Se Bowie dizia mesmo que “seu talento era saber o que copiar”, isso acaba com qualquer acusação. E se sua intenção era se tornar um grande artista pop, ele conseguiu,  também com seus méritos. 
E Iggy e Lou? Por opção ou a revelia, continuaram caminhando pelo lado selvagem
Ainda no anos 70, a vida de Bowie e Iggy se cruzaria em Berlim, cidade alemã que é também título do disco de Lou Reed. Mas essa é outra história a ser contada. "  


Só me fez ficar mais curiosa. Independente da influência de um ou de outro, é indiscutivel o importância de Bowie para a música, moda, artes. Iggy Pop e Lou Reed também, conquistaram seu lugar com dignidade. É minha opinião. Eu adoro Bowie e na verdade, gosto dos 3.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Mais cor: guia de cores para o jubileu de diamante da raínha


 
 
 
É, um guia de cores inspirado nas cores de roupas usadas pela raínha da Inglaterra.
Para comemorar os 60 anos de reinado da raínha Elizabeth II, ou seja, seu jubileu de diamante, a agência de publicidade Leo Burnett London  e a Pantone desenvolveram esse guia com as escolhas de cores mais memoráveis da raínha.

O pequeno livro em formato da raínha, contem 60 imagens com 60 cores extraídas do guarda-roupa de Ellizabeth.
Podiam criar outros inspirados em gente mais bacana como Audrey Hepburn, ou designers como Ives Saint Laurent e alguma das suas coleções ou ainda, algum pintor bacana como o Hundertwasser.
Já pensou se quisessem fazer um com as roupas da Dilma? 

terça-feira, 12 de junho de 2012

Um pouco de cor - Tom Fruin


 
 
Nascido no ano de 1974, em Los Angeles, California, Tom Fruin é um artista visual que vive e trabalha no Brooklyn, Nova Yorque. 
Seus trabalhos que são super coloridos e estão espalhados pelo mundo são feitos a partir de material reciclado ou descartável.
Vou postar aqui o seu último trabalho intitulado "kaleidoscopic watertower", uma instalação estrutural feita no Brooklyn, EUA. Um tanque de água formado a partir de quase mil placas coloridas de plaxiplás obtidas por toda Nova Yorque.
Construído próximo ao East River no Brooklyn, essa "escultura" brilhande é iluminada pela luz natural durante o dia e ao entardecer ela ganha uma luz controlada construida por Ryan Holsopple que fica no interios da peça.
O trabalho fica exposta até o próximo mês de junho, ou seja, um ano.Achei esse trabalho dele tão bacana.
Acho que seria uma solução bem interessante para a caixa d´água do alto da Rua XV em Curitiba.
Vou postar fotos de outro trabalho desse artista, a casa "Kolonihavehus" que foi feita apartir de material acrílico envidraçado descartado por uma fábrica que foi fechada. O nome veio de um jardim na cidade de Copenhagem na Dinamarca, que recebe trabalhadores na sua hora de descanço. 
A primeira exposição da casa foi no pátio externo do Royal Danish Library, em Copenhagen no final de 2010.
Arte urbana, sem grandes pretenções e significados.
Mais trabalhos dele no site Tom Fruin

domingo, 3 de junho de 2012

Ainda dá tempo: Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba



 



Últimos dias hoje e amanhã para conferir o Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba.
Com entrada franca, as sessões acontecem na Cinemateca de Curitiba, no MOM e no Espaço Itaú de Cinema. 
O festival que conta com debates, seminários e oficinas, começou dia 29/05 e vai até amanhã, dia 04/06.
Os ingressos estão dispoiníveis nas bilheterias dos espaços uma hora antes da cada sessão. Só é possível retirar um ingresso por pessoa e não é permitida a entrada após o início das sessões.

Vale dar uma conferida!
Programação:
http://olhardecinema.com.br/programacao/